Maquiadas, escolas de lata que Alckmin 'extinguiu' sobrevivem na zona sul da capital


A escola estadual Moraes Prado II é uma das que ainda mantém estrutura de zinco, apesar de já ter sido reformada (Foto: Paulo Pepe/RBA)

Unidades foram reformadas e receberam paredes externas de alvenaria, mas por dentro continuam iguais


Com sua existência negada pela Secretaria Estadual da Educação, as chamadas escolas de lata ainda fazem parte do cotidiano de crianças e adolescentes na periferia de São Paulo. A visita a seis unidades escolares em três bairros da região do Grajaú, no extremo sul da capital, é suficiente para flagrar estrutura e telhados metálicos. Alunos e funcionários entrevistados confirmaram que as divisórias das salas e as escadas também são feitas de metal. Somente as paredes externas receberam estrutura de alvenaria, em reformas recentes, insuficientes para aplacar o calor do lado de dentro.

A Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), órgão responsável pela administração dos contratos de obras da rede estadual de ensino, evita o uso do termo de lata para definir as escolas construídas com zinco, utilizando a definição "padrão Nakamura". Porém, a própria entidade afirmou em nota que este padrão foi desconfigurado com as reformas realizadas nos últimos anos. A FDE informou que as unidades foram construídas entre 1998 e 2001.”
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