Manifestação pouco “coxinha” frusta planos da mídia


Fernando Brito, Tijolaço 

 'Não adiantou o alarde que se fez na imprensa, dizendo que as manifestações de ontem “testariam” a capacidade de haver tumultos generalizados durante a Copa do Mundo.

Na maior parte, como a gente havia comentado ontem, foram categorias profissionais e movimentos sociais pegando “uma carona” na visibilidade que a mídia daria.

No resto, um punhado de manifestantes de classe média, com um nível de maturidade que fica bem expresso na queima de álbuns de figurinhas da Copa.

Uma tristeza quando a gente pensa que, tempos atrás, a juventude queimava bandeiras americanas como protestos contra a opressão.

Em matéria de tumulto, tudo foi pouco expressivo perto da crise que se viveu em Pernambuco, com seus reflexos sobre Eduardo Campos.

À noite, duas “copadas” na oposição: o programa do PT e a conversa de Dilma com os jornalistas esportivos, muitos deles verdadeiras cornetas de críticas ao governo pela Copa.

Um passo a mais na travessia do pré-Copa.

O movimento coxinha, ontem, passou a valer uma figurinha do simpático Robinho.

Só pra eles é que #nãovaiterCopa."
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