Artistas desancam Faustão contra golpismo da Globo

"Após uma manifestação da atriz Cassia Kis e do apresentador Faustão, que reclamaram do governo e do Brasil, Alexandre Nero pediu para que as pessoas “deem menos opinião e tenham mais conhecimento”: "Só queria lembrar que não é de hoje que isso acontece. O país faz 500 anos…", disse; o ator Tonico Pereira também atribuiu parte da responsabilidade da crise ao Legislativo: "Eu quero uma Câmara dos Deputados que, fundamentalmente, represente o povo brasileiro, porque a culpa não está só no Executivo, não. Temos uma quadrilha [no Legislativo]"; "Eu quero que a Comissão de Ética não adie novamente a votação para 2017", emendou a atriz Fernanda Torres, ao se referir ao processo de cassação do presidente Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

Brasil 247

No programa de Faustão, atores rebateram ao vivo as críticas antipetistas do apresentador e o golpismo da Globo. Após uma manifestação da atriz Cassia Kis e do Faustão que reclamaram do governo e do Brasil, Alexandre Nero pediu para que as pessoas “deem menos opinião e tenham mais conhecimento”: "Eu acho que a gente precisa de menos opiniões e mais conhecimento. Vamos atrás de conhecimento, saber das coisas", afirmou.

Faustão havia dito que "país não pode ficar do jeito que está. O país da corrupção, o país que não tem nada de educação, não tem nada de infraestrutura, não tem assistência médica, tem uma violência absurda. Não pode ficar o país ao Deus dará, nessa bagunça que está", discursou o apresentador.

Alexandre Nero rebateu: "Só queria lembrar que não é de hoje que isso acontece. O país faz 500 anos… Vamos ter consciência, clareza e, mais do que tudo, tolerância com o diferente, com o próximo. Para que a gente possa ouvir as ideias diferentes. Porque a gente sempre repudia o que parece diferente do que a gente quer ou almeja. Vamos respeitar o próximo. Acho que isso é a coisa mais importante".

O ator Tonico Pereira também atribuiu parte da responsabilidade da crise política ao Legislativo: "Eu quero uma Câmara dos Deputados que, fundamentalmente, represente o povo brasileiro, porque a culpa não está só no Executivo, não. Temos uma quadrilha [no Legislativo]".

"Eu quero que a Comissão de Ética não adie novamente a votação para 2017", emendou a atriz Fernanda Torres, ao se referir ao processo de cassação dopresidente Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acusado de mentir sobre contas secretas na Suíça.

O caso foi repercutido nas redes sociais. “E o prêmio do Faustão foi - talvez sem que a Globo quisesse ou esperasse - politizado e polarizado!”, comentou o deputado Jean Wylys."
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