Benefício menor que o mínimo? Vem aí outro “desmentido da verdade”?


Por Fernando Brito, Tijolaço

Onde há fumaça, há fogo, diz o chavão popular.

No caso da Previdência, se ainda não sabemos o tamanho do incêndio, os rolos de fumaça que se desprendem do tema são a cada dia são maiores.

Como dizem aqueles repórteres de pouca imaginação, “a tragédia é de grandes proporções”.

Hoje é a vez de Eliseu Padilha, na Folha, dizer que a reforma da Previdência  pode trazer a desvinculação de benefícios, como a pensão por morte e o BPC (Benefício de Prestação Continuada), do salário mínimo.

Traduzindo em português humano: a viúva, velhinha; os deficientes físicos e mentais (alô, politicamente corretos, “pessoas portadoras de necessidades especiais” não dá conta da maldade que isso representa), os considerados inválidos para o trabalho…

Porque isso é mais eficiente: corta as despesas à vista, não quando alguém for se aposentar, se é que depois da reforma alguém poderá se aposentar…
Vai-se “cozinhando o galo” até as eleições.

Como não tem “anúncio oficial”, ninguém pode cobrar dos candidatos que apoiam o golpismo posição sobre estas crueldades.

“Vem comigo, depois eu te conto”.

A maldição dos pobres há de cair sobre essa gente…
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